Curiosidades sobre Ursos-Polares

O urso-polar é uma das criaturas mais impressionantes do planeta, porque suas características fazem dele um ícone de adaptação e sobrevivência do reino bicho.

O leão é por primazia o rei da selva, mas se mudarmos a paisagem e reduzirmos drasticamente as temperaturas, o urso-polar se tornará sem incerteza, o novo e legítimo régio.

Essas incríveis criaturas habitam as águas cobertas pelo gelo do Ártico, no círculo polar Ártico, estendendo-se até o Alasca (EUA), Canadá, Noruega (Svalbard) e Dinamarca (Groenlândia), algumas áreas da Rússia e até em menor intensidade, na Islândia.

Estima-se que existam atualmente entre 22.000 e 32.000 ursos polares em todo o mundo, índices que devido ao seu declínio progressivo, despertaram durante anos a preocupação de biólogos e cientistas. De indumentária, essa espécie tornou-se referência para o estado de saúde dos ecossistemas. Infelizmente, a situação extrema dos ursos polares é um poderoso indicador da falta de políticas ambientais efetivas em todo o mundo.

Por mais de vinte anos, os ursos polares foram obrigados a percorrer longas distâncias durante os períodos de verão em procura de áreas congeladas. Precisamente, eles dependem do gelo para obtenção de vitualhas, porque isso permite que os ursos tenham território para caçar. O aumento das temperaturas retarda a solidificação da chuva e portanto, retarda e encurta o período de alimento dos ursos. Infelizmente, é cada vez mais generalidade encontrar esses animais em estado grave de fome. Os ursos mais propensos a isso são as fêmeas com filhotes que habitam as áreas mais ao sul de seu alcance.

Organizações uma vez que a Oceanic Administration dos Estados Unidos realizaram diferentes pesquisas sobre o impacto ambiental do derretimento das placas do Ártico. Os últimos resultados têm sido alarmantes, desde 2016 foi registrado a menor superfície de gelo oceânico nos últimos 37 anos.

Mesmo com todas as dificuldades, o urso polar ainda é uma das criaturas mais impressionantes do planeta, pois suas características fazem dele um ícone do reino bicho. Confira a seguir tudo o que você precisa saber sobre essa espécie vulnerável, mas poderosa.

Evolução

O urso polar (Ursus maritimus) evoluiu de uma população de ursos marrons durante o Pleistoceno. Algumas pesquisas sugerem que esse processo começou há tapume de 38 milhões de anos, quando um grande grupo de ursos se separou e se adaptou a novas condições de vida.

800 quilos

É o maior bicho terrestre. Ele mede até 3 metros do fuça no final da rabo e pesa até 800 kg (o masculino). No entanto, os ursos têm cabeças relativamente pequenas.

Família de 3

Filhotes e a Mamãe Urso

Os ursos polares têm dois filhotes por ninhada depois um período de gravidez de 6,5 a ~9 meses (entre 195 a 265 dias de gravidez). Os jovens permanecem com a mãe por 2 ou 3 anos. O resto do tempo, eles são animais solitários.

Viajantes incansáveis

O urso-polar pode viajar até 1000 quilômetros nas estações, quando o gelo derrete ou congela, seja andando no gelo ou nadando. Seu olfato é tão poderoso que ele pode sentir o de uma foca a 1 quilômetros de intervalo sob 1 metro de neve..

Patas uma vez que raquetes

Tem pernas largas que agem uma vez que raquetes de neve, distribuindo seu peso para melhor movimento na neve e no gelo, mas também na chuva. Tem cinco longas garras curvadas não retráteis, que grudam na neve.

Preto sob um casaco branco

Sob o pelo branco, a pele do urso-polar é preta, o que ajuda a sorver os raios do sol. Aliás, possui uma classe espessa de gordura para suportar temperaturas polares. Seu casaco de pele duplo repele a chuva. E graças à sua cor branca, fica naturalmente camuflado.

37 graus

Os ursos polares ou por outra, mantêm uma temperatura média interna de 37 graus. A razão pela qual eles suportam temperaturas extremas é que além de sua classe de pele espessa e dura, esses animais possuem uma classe espessa de gordura extra. Esta é a pretexto de sua termorregulação. No entanto, essa mesma classe é o que faz com que eles tenham um superaquecimento rápido e não suportem altas temperaturas.

Preguiças

Os ursos-polares ficam inativos a maior segmento do tempo (tapume de 66,6% de suas vidas). O superaquecimento é um dos principais fatores pelos quais essa espécie se move a baixa velocidade e geralmente se deitam para repousar.

Iguaria

Urso-polar e um pinguim

Os ursos podem manducar até 30 quilos de músculos no mesmo dia. Seu enorme estômago comporta entre 15% a 20% de seu peso corporal. Sua principal nascente de maná são as focas, mas também se alimentam de baleias encalhadas, cervos, aves marinhas entre outros animais de seu habitat. Eles têm 42 dentes afiados, que lhes permitem facilmente lamber suas presas.

Eles mergulham

Os ursos-polares conseguem permanecer submersos na chuva graças às adaptações de suas pernas. Eles mergulham para encontrar algas, caçar, se limpar ou reduzir a temperatura corporal. Estima-se que eles possam permanecer submersos por 2 minutos a profundidades entre 3 e 5 metros.

Sempre limpo

Esta espécie é extremamente limpa, porque depois de caçar e lamber suas presas, sempre dedica tempo para retirar com chuva e neve os sobras de animais de seu corpo. Os pesquisadores sugerem que por serem tão sensíveis ao olfato, sentem-se desconfortáveis ​​com o cheiro e precisam removê-lo imediatamente.

Rastreamento por satélite

A WWF e a Canon desenvolveram a instrumento online (Polar Bear Tracker) que nos permite seguir os movimentos dos ursos migratórios no arquipélago de Svalbard, na Noruega, no Mar de Beaufort, no Alasca, na Baía de Hudson e no Canadá. O uso de colares com dispositivos satélites ajuda a monitorar de perto seus movimentos, ampliar o conhecimento de seus hábitos e saber uma vez que eles estão afetando os impactos da mudança climática.

Monitoramento por satélite dos Ursos-Polares

Veja os Ursos-Polares no Planta

Em risco

O urso-polar é listado uma vez que uma espécie vulnerável na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza. Segundo relatos do World Wildlife Fund, essas criaturas podem vanescer durante o próximo século se a devastação de seu ecossistema não for interrompida.

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