Pesquisa revela que cérebro de pessoas com depressão sofre mudanças

Pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que pessoas com depressão apresentam uma material branca de menor qualidade no cérebro. Essa informação está sendo avaliada para que, no horizonte, possa ser utilizada para a invenção de tratamentos mais eficazes contra a doença.

O novo estudo publicado na Scientific Reports revelou uma relação entre a depressão e a estrutura da substância branca do cérebro, que é usada para processar emoções e pensamentos. A pesquisa, que foi conduzida pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, analisou dados de 3.461 pessoas. Estes dados foram coletados em um banco do Reino Unificado, tornando-se o maior estudo desse tipo na história da ciência.

Os cientistas usaram imagens baseadas em sonância magnética para gerar mapas altamente detalhados das fibras do cérebro. Ao compararem o cérebro de pessoas com depressão com o de indivíduos saudáveis, os estudiosos perceberam que havia diferenças substanciais na integridade, ou qualidade, da substância branca.

Segundo Heather Whalley, que liderou a equipe, “há uma necessidade urgente de fornecer tratamento para a depressão e ter uma melhor compreensão dos mecanismos que levam à doença. Isso dará uma chance melhor de desenvolver novos e mais eficazes métodos de tratamento. Os próximos passos serão analisar como a ausência de mudanças no cérebro se relaciona com uma melhor proteção contra a angústia e o baixo humor”.

Dados sobre a depressão

A depressão tem sido considerada uma epidemia na sociedade moderna. Estima-se que 40 milhões de adultos [adaa.org], o que equivale a 18% da população, estejam sendo afetados pela doença unicamente nos Estados Unidos. Somente um terço das pessoas que sofrem de transtornos relacionados à sofreguidão recebem tratamento.

Pesquisas uma vez que esta realizada na Escócia são fundamentais para melhorar a qualidade de vida de milhões de cidadãos, possibilitando que a ciência descubra as causas físicas que levam a essa desordem emocional.

Homem com depressão

O estudo apoia a tese de que a depressão é também uma requisito física, e não unicamente química ou psicológica. A partir dessa estudo, é provável provocar uma mudança fundamental na forma uma vez que a doença é tratada.

Em outra iniciativa importante, pesquisadores da UCLA começaram a usar pulsos magnéticos para direcionar as partes específicas da mente associadas à depressão. Essa e outras pesquisas do mesmo gênero poderão permitir que a trato da doença seja encontrada no horizonte, ajudando milhões de pessoas a viverem com mais saúde, felicidade e bem-estar.

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