Quais são as principais propostas de campanha dos presidenciáveis do Brasil em 2018?

As eleições 2018 trouxeram vários candidatos com propostas muito características para governar o Brasil. Cada um dos postulantes ao incumbência de presidente se destaca por algumas posturas e propostas marcantes e específicas.

Alguns apresentam somente linhas gerais sobre planos para economia, reforma da previdência, reforma tributária, saúde, entre outros temas importantes para a população e para o país.

Vamos apresentar aquém as principais propostas dos candidatos à presidência da República em 2018. Confira!

João Amoêdo – Novo 30


Número para votar em João Amoêdo: 30

Defende o estado mínimo (retirada do excesso de poder imposto pelo governo aos cidadãos), visto a ineficiência do sistema de governança atual. Pretende reduzir a trouxa tributária, principalmente a que incide sobre o consumo.

No congresso, defende expor pessoalmente toda segunda-feira projetos de interesses da população, terebrar para votação e tramitir via tv. Deste modo, ficaria transparente e evidente o compromentimendo dos parlamentares quanto aos interesses do Brasil.

Acredita que a privatização de empresas porquê Petrobras, Caixa Econômica Federalista e Banco do Brasil pode ser uma boa solução para o país.

Defende o programa Bolsa Família, acredita que a reforma da Previdência é necessária para que os aposentados recebam seus benefícios de forma viável.

Na extensão trabalhista, acredita que a reforma aprovada pelo governo Michel Temer deve ser aprimorada. Acredita que os cidadãos devam ter o recta de portar arma e, por isso, pretende propor a revisão do Regimento do Desarmamento.

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Marina Silva – REDE 18

Marina Silva - REDE
Número para votar em Marina Silva: 18

A candidata é contra a política de privatizações, em privativo de empresas porquê Petrobras e Caixa Econômica Federalista. Acredita na expansão do Bolsa Família, defende uma política ambiental mais austera, baseada na sustentabilidade.

Acredita em uma Reforma Trabalhista que seja dissemelhante da aprovada pelo governo Michel Temer. Defende mais investimentos em programas sociais e instrução para reduzir os índices de criminalidade e os indicadores de violência.

Para ela, a PEC dos Gastos deve ser revogada, pois uma lei orçamentária é suficiente para controlar os gastos públicos. Na extensão econômica, defende menos impostos para os mais pobres.

Geraldo Alckmin – PSDB 45

Geraldo Alckmin - PSDB
Número para votar em Geraldo Alckmin: 45

É em prol da privatização, porém não defende a venda de empresas importantes, entre elas Petrobras e Banco do Brasil. É favorável à ampliação do programa Bolsa Família.

Defende a reforma da previdência com a inclusão de um regime de capitalização, porém com um teto de aposentadoria para todos os cidadãos, acabando com os privilégios. Quem quiser ter uma aposentadoria maior, terá que remunerar à secção.

Acredita que a geração de uma Guarda Pátrio pode facilitar na segurança pública, defende que os cidadãos que vivem em áreas rurais possam portar arma de lume e é em prol da geração de novos mecanismos de lucidez para combater o transgressão organizado.

Pretende reformular a PEC dos Gastos. Na extensão econômica, quer atrair investidores estrangeiros para o Brasil e defende mais impostos sobre os mais ricos.

Ciro Gomes – PDT 12

Ciro Gomes - PDT
Número para votar em Ciro Gomes: 12

É contra a política de privatizações, em privativo de empresas estratégicas, porquê Petrobras. Também é contra a venda da Embraer à Boeing. Acredita que o Bolsa Família deve ser ampliado, porém com uma porta de saída, para que os cidadãos não se tornem dependentes do favor para sempre.

Para a previdência, defende uma proposta dissemelhante, de capitalização, onde cada trabalhador será responsável por apinhar um volume de quantia que, futuramente, corresponderá à sua própria aposentadoria. Atualmente, as pessoas em atividade pagam pela aposentadoria dos inativos, um tanto que, segundo o candidato, não se sustenta mais.

Pretende revogar a Reforma Trabalhista aprovada pelo governo de Michel Temer. Na extensão da segurança, quer fazer a integração das polícias e acredita que é preciso investir em mecanismos de lucidez para desarticular facções criminosas e quadrilhas.

Pretende revogar a PEC dos Gastos, acredita que imposto sobre legado deve aumentar para as pessoas mais ricas, defende a redução do rentismo e mais impostos sobre lucro de acionistas.

Fernando Haddad – PT 13

Fernando Haddad - PT
Número para votar em Fernando Haddad: 13

Tem porquê principal cabo eleitoral o ex-presidente Lula, recluso em Curitiba em decorrência da Operação Lava Jato. Acredita que empresas públicas estratégicas não devem ser privatizadas, porquê a Petrobras.

Defende ampliar programas sociais que se tornaram marca do PT, porquê Minha Mansão, Minha Vida e o Bolsa Família. Pretende estimular a economia com risco de crédito para os consumidores de baixa renda.

Acredita que o incentivo ao mercado de trabalho formal pode solucionar o déficit na Previdência. Sobre a Reforma Trabalhista, acredita que o Regimento do Trabalho pode ajudar a escolher um caminho de negociação e de congraçamento com cada classe de trabalhadores, com o suporte dos sindicatos de cada categoria.

É contra o porte de armas para o cidadão generalidade, acredita que a violência se combate através de políticas sociais. É contra a medida que congelou os investimentos no Brasil pelos próximos 20 anos, conhecida porquê a PEC dos Gastos.

Jair Bolsonaro – PSL 17

Jair Bolsonaro - PSL
Número para votar em Jair Bolsonaro: 17

Jair Bolsonaro, em conjunto com o economista Paulo Guedes, defende a privatização de empresas estatais. Ainda no que se trata de economia, defende o imposto único federalista.

Na extensão social, o candidato defende o programa Bolsa Família, mas acredita que deve possuir uma fiscalização mais rigorosa sobre possíveis irregularidades.

Na extensão escolar, acredita que diretores militares podem melhorar a postura dos estudantes nas escolas. Na extensão da segurança, ele tem o projecto de promover uma mudança no Regimento do Desarmamento e defende que o aproximação a armas poderia trazer benefícios para a sociedade, com a possibilidade de o cidadão de muito se tutorar da criminalidade.

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