A depressão pós-parto pode se manifestar até um ano depois da chegada do bebê

A chegada de um bebê é, geralmente, motivo de alegria. Principalmente quando a gravidez é planejada, espera-se que as coisas caminhem de forma oriundo e saudável para a adaptação a novidade criança. No entanto, entre 10% a 20% das mulheres vai testar a depressão pós-parto. Se sentindo profundamente culpadas, ou julgadas além do aceitável, boa secção dessas mulheres sequer procura, ou recebe, qualquer ajuda; restando uma vez que opção somente enfrentar essa doença cruel de forma completamente solitária.

A depressão pós-parto, uma vez que a maioria dos transtornos mentais, sofre uma grande estigmatização e isso pesa diretamente sobre os ombros da mulher. O problema, no entanto, é muito mais generalidade do que se imagina. Estima-se que uma a cada quatro mulheres vá tolerar de depressão pós-parto. A doença se manifesta de diversas formas, desde de sintomas mais agudos, até os mais moderados. No entanto, a incidência é muito maior do que se imagina.

Dados do American Psychiatric Association, por exemplo, apontam que muitas mulheres experimentam sintomas desde o começo da gestação. Exatamente por isso, em algumas literaturas médicas, a depressão pós-parto recebe o nome de “depressão perinetal”, porque não necessariamente vai se desenvolver após o promanação do bebê.

A obstetra Renata Lopes faz um alerta que labareda a atenção para a seriedade do problema. “Se não tratado ainda nos primeiros meses, o risco de o quadro se tornar crônico aumenta bastante”, afirma. O ponto é tabu, dificulta o tratamento e aumenta o sofrimento da mulher. A depressão relacionada a gestação esta ligada a várias questões, inclusive hormonais.

Durante a gravidez, e depois dela, a mulher tem alteração nos níveis de estrógeno e progesterona, passa a dormir menos, descobre um estado de alerta emocional – porque sente que precisa estar sempre disponível para a criança – além de diversas outras pequenas, e grandes, mudanças na rotina familiar. As mudanças são intensas e nem sempre a mulher consegue acompanha-las de forma saudável, enfim a chegada de um bebê envolve cobranças, julgamentos e muita pressão social, familiar.

COMO LIDAR COM A DEPRESSÃO PÓS PARTO

Ninguém é uma ilhéu, patente? Portanto, é importante que todo o contexto familiar e afetivo da mulher esteja envolvido na experiência, mas de forma construtiva e saudável. A chegada de um novo bebê traz demandas e exigências, é oriundo que o parelha, ou a mãe solo, precise de ajuda e suporte principalmente durante o começo.

Estar disponível para escutar, julgar menos e ajudar no que for preciso, é importante. Observar é uma utensílio fundamental, porque muitas vezes as próprias mulheres não conseguem identificar o problema. Mudanças de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, problemas de memória, repulsa ao bebê ou dependência dele, entre outros, são sintomas de que as coisas podem não estar 100%.

Por outro lado, se a atitude das pessoas ao volta é importante, a atitude da mulher é fundamental. Atualmente a depressão é uma doença tratável, então consentir que precisa de ajuda é fundamental. Em muitos casos, é necessário uma intervenção psiquiátrica, com prescrição de remédios, preferencialmente alinhada com uma terapia. Todos esforços para que a experiência da maternidade seja agradável e mais livre possível de traumas.

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