Cientistas descobrem baleia ascendente de quatro patas no Egito

Por maior que seja o conhecimento humano, ainda existem muitas coisas sobre o mundo atual que permanecem desconhecidas. Pensando nisso, imagine o quanto do mundo de milênios atrás ainda não sabemos! Existem coisas que nunca saberemos e isso é o que torna o mundo e a vida humana um verdadeiro mistério.

Apesar disso, existem muitas informações do pretérito sobre as quais temos conhecimento. Isso graças ao trabalho incansável de cientistas ao longo dos últimos séculos. Uma novidade invenção feita por pesquisadores egípcios tem sido recebida com empolgação por toda a comunidade científica.

Acontece que os pesquisadores foram capazes de encontrar fósseis inéditos na depressão de Fayum. Hoje esta é uma zona deserta do país, mas não foi sempre assim. Há muitos anos atrás, Fayum era coberta pelo oceano. As modificações da terreno a transformaram, mas também a tornaram riquíssima. Em Fayum, os pesquisadores costumam encontrar muitos fósseis.

A invenção de fósseis para a ciência moderna é uma das únicas formas de saber do pretérito. Em poucas palavras, ossos mostram porquê eram os corpos. Hoje a ciência possui uma infinidade de equipamentos para isso. A reconstituição corporal a partir de fósseis sofreu muitos avanços.

Os cientistas da Universidade de Mansoura encontraram um “esqueleto parcial”. Isto é, qu não foi encontrado um corpo completo. No entanto, com mecanismos tecnológicos, os cientistas conseguiram prezar porquê era o corpo deste bicho. Trata-se de uma baleia ascendente, que tinha 4 patas.

O pesquisador Abdullah Gohar, responsável da pesquisa, destacou o quanto essa invenção é importante. “O Phiomicetus anubis é uma novidade espécie de baleia e uma invenção de destaque para a paleontologia egípcia e africana“, disse à agência Reuters.

O que se sabe sobre o “Phiomicetus Anubis”?

Uma das primeiras informações que logo foi lembrada sobre a invenção é que essa não é a primeira baleia semi-aquática invenção. Antes, em 2011, paleontólogos encontraram um esqueleto que estimaram ser de uma baleia, de 43 milhões de anos. Até hoje, aquela é a baleia de patas mais antiga do mundo.

No caso egípcio, acredita-se que a invenção represente o fóssil de baleia mais antiga do mundo. Os cientistas também tem tentado especular porquê era a vida destes animais. Uma das primeiras, e mais interessantes, teses é a de que levante bicho vivia tanto na água quanto no mar.

Cientistas acreditam que, naquele período, as baleias costumam passar mais tempo nas áreas rasas. Os pesquisadores também acreditam que os corpos dos animais começaram a mudar conforme eles passavam mais tempo na água, tornando suas pernas “desnecessárias”. Trata-se, para muitos cientistas, um exemplo de evolução.

Além das diferenças óbvias, os Anubis também eram diferentes de seus “parentes” porque eram excelentes predadores. Segundo estimam os pesquisadores, esses animais eram predadores de presas grandes e não se deixavam ameaçar. O responsável do estudo chega a confrontar a Anubis com a baleia assassina, tão conhecida atualmente por seu poder de caça e desenvoltura com presas grandes.

A invenção, supra de tudo, causou empolgação e gerou esperança entre os pesquisadores. Agora a expectativa é a de que ainda mais fósseis estejam esperando para serem descobertos em Fayum.

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