Porquê Dubai usou drones para produzir chuva sintético e combater temperaturas de 50ºC

Viver no Brasil é um treinamento intenso quando o tema é calor. Dependendo da região onde você esta, em alguns períodos do ano a temperatura pode atingir +40ºC facilmente. Essa experiência, muitas vezes, nos leva a pensar que estamos no lugar mais quente do mundo. É evidente que a percepção pessoal é limitada, nesse caso, embora não seja falsa.

No entanto, apesar de parecer ser o lugar mais quente do mundo em alguns momentos, o Brasil é na verdade um país tropical. O país é continental e, por isso, as várias regiões podem ter temperaturas completamente opostas. Um morador de Cuiabá não vai saber o insensível de Curitiba; nem um morador de Curitiba vai saber o calor de Cuiabá.

Ainda assim, mesmo nos períodos mais quentes, o governo brasílio nunca pensou em gerar chuva sintético. Por ser um país tropical, geralmente as chuvas são suficientes na maioria das áreas. Já para as zonas mais áridas, um método usado por Dubai pode ser interessante.

O Oriente Médio possui zonas completamente secas e áridas que sofrem com o calor intenso. As temperaturas são tão altas em alguns períodos do ano que seja a tornar algumas regiões inabitáveis. Para se ter teoria, as temperaturas podem ultrapassar 50ºC com facilidade. Com isso, vários problemas se criam.

Em primeiro lugar, não há formação de nuvens suficientes para gerar chuva. Ainda assim, quando se forma nuvens a chuva acaba caindo muito fina, ligeiro e se evapora antes mesmo de chegar ao solo. Com isso, a pouca chuva originário acaba não sendo capaz de amenizar o calor e a secura da região. Para solucionar, o governo de Dubai tem usado tecnologia.

DRONES EM AÇÃO

Toda nuvem formada no céu é composta por gotículas de água. No entanto, nem todas as nuvens possuem força o suficiente para provocar chuvas. Talvez você não saiba, mas as chuvas são resultado de um fenômeno físico e é exatamente oriente fenômeno que os drones reproduzem artificialmente.

Dubai tem usado uma tecnologia inovadora para descarregar eletricidade nas nuvens e induzir a chuva. Por mais inusitado que possa parecer, a agência climática dos Emirados Árabes Unidos tem divulgado vídeos de sucesso. Os vídeos mostram a chuva caindo de forma volumosa e intensa, chegando a tocar o solo.

A técnica foi desenvolvida por pesquisadores das Univerisdade de Bath e Reading. Para alcançar o resultado, os pesquisadores se dedicaram por muito tempo. Além disso, os pesquisadores receberam um valor de US$ 1,5 milhão (muro de R$ 7,8 milhões). Com investimento e tempo, a técnica pode ser desenvolvida.

Por mais surpreendente que seja, no entanto, a teoria não é tão original. Antes países uma vez que China, Coréia do Sul e Tailândia também já usaram drones para induzir chuva. Ao mesmo tempo, a técnica também já foi invertida. A Indonésia, em 2020, usou uma técnica inversa para interromper fortes chuvas que geraram tragédias.

Não existem muitos estudos sobre os impactos disso ao meio envolvente. Há quem acredite que esse tipo de interferência sintético pode ajudar a desorganizar ainda mais o clima mundial, gerando problemas maiores. Por enquanto, ainda não se tem confirmação sobre o tema. Então os governos seguem se aproveitando da técnica e da tecnologia para amenizar situações extremas.

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