Covid-19: estudo conclui que pacientes assintomáticos transmitem mais

Desde o início da pandemia, os médicos lidam com a dificuldade de tratar uma doença sobre a qual não se sabe muito. Então os pesquisadores começaram a se debruçar de uma forma mais dedicada a isso. Os esforços internacionais deram resultados e agora existem várias opções de vacina, embora o processo de imunização ainda esteja lento.

Ainda assim, mesmo com o desenvolvimento de vacinas, a verdade é que ainda existem algumas informações a serem descobertas. Agora, uma novidade pesquisa aponta alguma coisa que já vinha sendo discutido e especulado, mas ainda não se tinha confirmação. Aparentemente, pessoas que contraem a covid-19 e não manifestam sintomas, os chamados assintomáticos, transmitem mais a doença do que aqueles que precisam de hospitalização, ou seja, que manifestam sintomas.

Essa era uma discussão antiga, já que era de grande interesse científico e médico a resposta. Pessoas assintomáticas são mais “perigosas” do que aquelas que manifestam sintomas, isso porque não sabem que estão com o vírus. A covid-19 se tornou a pandemia que é hoje porque é altamente contagiável, então se espalha muito rapidamente. Se uma pessoa não sabe que tem a doença, consequentemente não se previne em relação ao contágio.

Exatamente por conta disso é que várias regiões ao volta do mundo adotaram o uso obrigatório de máscaras, distanciamento social e lockdown, porque é impossível saber com certeza que alguem não tem o vírus somente porque não manifesta sintomas. Agora, um estudo de pesquisadores do Hospital Charité de Berlim aponta que de indumentária as pessoas sem sintomas realmente transmitem mais o vírus.

O estudo foi publicado na revista científica Science e confirma que a fardo viral de pessoas assintomáticas é maior do que as pessoas que manifestam o vírus. A pesquisa analisou dados de uma larga modelo de voluntários, foram avaliados dados de 25 milénio pacientes infectados. O estudo levou em conta amostragens colhidas da goela dos pacientes.

O estudo revelou que a maior secção dos participantes apresentavam, em média, 2,5 milhões de cópias da sequência do genoma do vírus. No entanto, tapume de 9% dos pacientes apresentou um número muito maior: em torno de um bilhão de cópias. O número, simples, chamou a atenção dos pesquisadores e passou a ser investigado. Esses 9% dos voluntários compartilhavam uma coisa em generalidade: todos estavam no chamado pico da fardo viral, que acontece geralmente 3 dias antes da manifestação dos sintomas. Nesse período, mesmo sem sintoma qualquer, essas pessoas transmitem muito mais o vírus do que aqueles que já estão hospitalizados, por exemplo.

Os dados chamam a atenção para o transe de não se tomar cuidados. Ainda que uma pessoa não tenha sintoma qualquer, isso não significa que ela não teve covid-19. Durante o período de fardo viral, aqueles assintomáticos são um risco imenso aos demais participantes do grupo e precisam ser responsáveis. Isto é, na dúvida, siga sempre as recomendações das autoridades em saúde: evite aglomerações, evite exposições desnecessárias, se mantenha em distância quando for inevitável transpor, faça higienização das mãos e sempre use máscaras. Não dispense o uso de máscara porque esse gesto é um desvelo consigo mesmo, mas também um desvelo com o outro.

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