Estudo investiga o que aconteceria com o planeta diante de uma guerra nuclear

O mundo possui, em sua história recente, tragédias nucleares que continuam latentes na memória. Seja a tragédia da explosão em Chernobyl, sejam as bombas atômicas dos Estados Unidos em Hiroshima e Nagasaki, no Japão. A destruição causada por esses eventos não é pouca e culpa consternação até hoje. Finalmente de contas, por que usar armas nucleares? Depois da Guerra, houveram tratados e acordos para que os países não investissem mais nesse tipo de armamento. Ainda assim, o que acontece é que as grandes potências continuam desenvolvendo armas nucleares.

A existência de armas nucleares levanta uma questão muito importante e válida: quais seriam os riscos de uma novidade guerra, dessa vez baseada unicamente em armas nucleares? A pergunta é justificada já que estas seriam as armas de destruição em volume e, provavelmente, o que os países usariam se houvesse uma novidade Grande Guerra. A ambição de vencer uma guerra pode colocar o planeta em risco?

Um estudo divulgado no Journal of Geophysical Research: Atmospheres tenta responder essa pergunta. E, para se ter teoria do tamanho do problema, o estudo não trouxe conclusões animadoras, pelo contrário. O que os pesquisadores descobriram é que uma eventual guerra nuclear poderia comprometer mais de uma década do planeta, em questão de mortes imediatas e mudanças climáticas.

Isso significa expor que eventuais bombas e demais armas nucleares certamente causariam a morte imediata de dezenas, talvez centenas e milhares, de pessoas que estivessem expostas diretamente. Além disso, a radiação também causaria danos permanentes e duradouros na saúde da região, o que engloba todo o ecossistema, desde o solo, ar, água e a própria vida humana. No entanto, o que os pesquisadores concluíram é que o próprio planeta sofreria com mudanças climáticas de extenso alcance e não unicamente lugar.

“Embora suspeitássemos que o ozônio seria destruído após a guerra nuclear e isso resultaria em aumento da luz ultravioleta na superfície da Terreno, se houvesse muita fumaça, isso bloquearia a luz ultravioleta. Agora, pela primeira vez, calculamos uma vez que isso funcionaria e quantificamos uma vez que isso dependeria da quantidade de fumaça”, declarou Alan Robock, pesquisador climático da Rutgers University, em Novidade Jersey.

Na prática, isso significa que uma guerra nuclear poderia danificar a categoria de ozônio e isso deixaria a Terreno ainda mais exposta ao sol. O resultado disso? Para o ser humano diretamente, câncer de pele seria um problema muito mais normal e corriqueiro do que se vê atualmente. Finalmente de contas, a pele humana não possui mecanismos de resguardo e proteção contra o sol em subida radiação e exposição. Mas não para por aí, a Terreno sofreria alterações em absolutamente todos os ciclos. Processos agrícolas se perderiam por completo, além de alterações nos mares e rios.

Em resumo, é provável que o planeta Terreno seja capaz de se restaurar desses danos e conciliar seu ecossistema. O mesmo, no entanto, não pode ser dito sobre o ser humano. Caso a raça humana fosse capaz de sobreviver, ela certamente precisaria enfrentar décadas de escassez e falta de recursos, além do aumento da radiação solar sobre a pele.

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